Tudo acaba.
Tudo um dia chega ao fim.
Você pode chamar o fim do que quiser: término, morte, destruição, vazio, entropia.
O fato é que acontece.
Tudo desaparece. Tudo se torna apenas pó.
E em um momento até esse pó deixará de existir.
O fim pode ser lento, longo e doloroso, como o amor que vai morrendo aos poucos até não restar nem a memória dele.
Ou repentino, como aquele seu boteco favorito que fecha da noite pro dia.
Na maioria das vezes o importante é saber quando algo chegou ao fim. Quando é o momento de deixar que se vá. Quando deixar que ele se liberte e suma.
Então é isso, acabou esse negócio de blog.
A boa notícia é que esse é o último post ruim que vocês terão que ler.
Como dizia o gaguinho no final do desenho do pernalonga:
That´s all Folks!
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Naquele Bar
Naquele bar toda cerveja acalma , toda cachaça desinibe e todo whisky consola.
Naquele bar toda historia é verdade e toda verdade é triste.
Naquele bar sempre existe uma lucidez vagando no ar e um possível sonho misturado a uma fumaça inebriante.
Naquele bar há também um total desengano e a sensatez dos que nunca se corrigirão.
Naquele bar uma mulher, que dança de olhos fechados, sorri alto e não chama a atenção de ninguém.
Naquele bar a mulher se mistura ao professor desolado pelo sonho perdido, a frustração do que poderia ser e não foi.
Naquele bar um amante do alcool pode fazer do mesmo seu confidente.
Naquele bar a música triste traz a contradição do sorriso.
Naquele bar um desesperado pode sorrir sem parecer louco.
Naquele bar uma alma cansada pode aproveitar o cochilo do corpo para sambar com um copo na mão.
Naquele bar a meia luz soturna do ambiente pode ser confundida com raios de esperança.
Naquele bar um freguês pode dançar dançar forró enquanto a banda toca um bolero.
Naquele bar a dose é a medida perfeita para os que não tem limite.
Naquele bar, no balcão as estórias são muitas: Uma jovem triste confidencia seu amor impossível, enquanto uma executiva de meia idade admite que o tempo lhe dá calafrios. Uma outra tatuada sorri do fundo do poço e garante que a próxima vez será a derradeira.
Naquele bar a música hipnotiza os passageiros da noite, por uma pequena fração de tempo a solidão e o desespero podem ser enganados e tudo é misturado com alegria, prazer e consenso.
No bar das lamentações, quando a noite se finda os convidados devem voltar para suas vidas. O professor sai andando devagar, uma garota cambaleia com seu copo. O sol queima a face de todos enquanto seguem de volta para seus mundos.
Enquanto isso do outro lado da rua um onibus passa lotado e um vira-latas mija num poste sem desconfiar de nada.
* Baseado em algo que li e não me lembro onde.
Naquele bar toda historia é verdade e toda verdade é triste.
Naquele bar sempre existe uma lucidez vagando no ar e um possível sonho misturado a uma fumaça inebriante.
Naquele bar há também um total desengano e a sensatez dos que nunca se corrigirão.
Naquele bar uma mulher, que dança de olhos fechados, sorri alto e não chama a atenção de ninguém.
Naquele bar a mulher se mistura ao professor desolado pelo sonho perdido, a frustração do que poderia ser e não foi.
Naquele bar um amante do alcool pode fazer do mesmo seu confidente.
Naquele bar a música triste traz a contradição do sorriso.
Naquele bar um desesperado pode sorrir sem parecer louco.
Naquele bar uma alma cansada pode aproveitar o cochilo do corpo para sambar com um copo na mão.
Naquele bar a meia luz soturna do ambiente pode ser confundida com raios de esperança.
Naquele bar um freguês pode dançar dançar forró enquanto a banda toca um bolero.
Naquele bar a dose é a medida perfeita para os que não tem limite.
Naquele bar, no balcão as estórias são muitas: Uma jovem triste confidencia seu amor impossível, enquanto uma executiva de meia idade admite que o tempo lhe dá calafrios. Uma outra tatuada sorri do fundo do poço e garante que a próxima vez será a derradeira.
Naquele bar a música hipnotiza os passageiros da noite, por uma pequena fração de tempo a solidão e o desespero podem ser enganados e tudo é misturado com alegria, prazer e consenso.
No bar das lamentações, quando a noite se finda os convidados devem voltar para suas vidas. O professor sai andando devagar, uma garota cambaleia com seu copo. O sol queima a face de todos enquanto seguem de volta para seus mundos.
Enquanto isso do outro lado da rua um onibus passa lotado e um vira-latas mija num poste sem desconfiar de nada.
* Baseado em algo que li e não me lembro onde.
terça-feira, 11 de novembro de 2008
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Após o almoço, o cara encosta no balcão do bar:
- Fala Pereira, me dá aí um eski bon
- É pra já.
Segundos depois Pererira chapa um copo com gelo no balcão e ameaça enche-lo com uma garrafa.
- Ô Pereira tá maluco? Pedi um Eski bon,
- Pereira fica calado com cara de quem não entendeu, mostrando a garrafa.
- Eski bon, o sorvete.
Um instante de silencio.
- Ah Tá... Entendi você pedindo um Wisky bom.
Por essas e outras que o Pereira é meu garçon favorito.
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
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