sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Sexta - feira Insana.

Automóvel: Veículo com rodas acionado por um motor à explosão, para transporte de passageiros ou de carga;
Mas serve mesmo para você gastar a merda do seu dinheiro com impostos, multas, manutenção e combustível.

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A semana ruim não acaba hoje.
Imagine que você dedicou uns três dias, para resolver um problema, tudo planejado, calculado, desenhado e detalhado. Três dias de trabalho mental e braçal. Uma planta do tamanho de um lençol.
Imagine agora que as pessoas simplesmente ignoraram o seu trabalho e fizeram a coisa de outra forma, que lógico não deu certo e você agora tem que trabalhar no sábado, para acertar a merdalhada toda. In loco. Praticamente pegando a mãozinha do pião e dizendo:
Marreta aqui meu filho, bem aqui na cabeça do construtor.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

terça-feira, 28 de outubro de 2008

- Foda, tá rolando maior pressão.
- Normal... Pela idade e pelo tempo que vocês estão juntos. Ela te mandou um dá ou desce?
- Nada tão radical, mas ela faz insinuações direto, e não é só ela, sabe aquelas piadinhas em almoço de família?
- Hahahahaha, Tá fudido. Mas falando sério, qual é o problema? Vocês já moram praticamente juntos, Ela é gente boa pra caramba, é só oficializar a parada.
- Porra, e justamente isso que assusta, sei lá. Não sei explicar deve ser o “ate que a morte os separe” ou o fato de assinar um compromisso. Tá funcionando bem assim, tenho medo de depois as coisas mudarem e acabar não dando certo.
- “Até que a morte os separe” é papo furado. Mas cara, é tudo burocracia, mas as pessoas ligam pra essa merda, não custa nada assinar a porra do papel, é se puder fazer festinha a galera agradece.
- Eu sei, mas tenho medo das coisas mudarem.
- O que pode mudar? Acha que depois que colocar a liança no dedo ela vai virar uma megera? Ter medo é normal, mas não dá para deixar de fazer as coisas por conta disso. Lembra quando montaram um Bungee Jump na praia? Todo mundo falou que ia pular, mas quando chega lá em cima da plataforma dava um cagaço ferrado, mas já estava lá e não dava pra voltar sem ser muito zoado, mesmo com medo todo mundo pulou.
É assim que funciona, você confia no equipamento sabe que vai dar certo, mas sempre existe a possibilidade da corda elástica arrebentar e você se estatelar lá em baixo. Mas se ficar com medo e não pular, vai deixar de viver a experiencia. Existe a possibilidade do casamento não dar certo, mas você vai ter que arriscar.
- Caraca! Você e suas metáforas, tá parecendo até o presidente.
- Ainda não estou tão bêbado.
- Hahahaha, mas seu português é tão ruim quanto o dele... E quer saber? Você tem razão, vou pular e que se foda.
- Faz muito bem.
- Mas você vai ter que ser o padrinho.
- Se a Tininha concordar será uma honra, só não conte comigo para comprar uma geladeira de presente.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Discos dos quais eu nunca enjôo

Uma listinha ainda incompleta dos discos que eu mais gosto, descontando-se coletâneas e trilhas sonoras para não encher o saco vou colocar alguns discos toda sexta-feira.



O som da adolescencia, apesar de “smells like teen spirit” ter sido um espécie de hino da mihha geração, foi por causa do vocal power do Ed Vedder que casei de vez com o Rock.
Há quem diga que “Vitalogy” é o melhor album do Pearl Jam, mas para mim “Ten” o primeiro é o único que vale a pena. Com hits poderosos que nunca saem de moda como Jeremy, Alive e Even Flow.




“Ele bate no bumbo e você sente no peito/ Esse é o Planet Hemp fazendo Efeito/ Toda Porrada que entra no ouvido sai da guitarra/ Rap, Rock'n roll, Psicodelia, Hardcore e Ragga ...”

A Porrada na verdade saia de um baixo poderoso, a mistura enfumaçada de samba, hiphop e rock era muito boa,
principalmente para quem curita Rage Against the Machine e se depara com aqueles malucos tocando “Porcos Fardados” e “Puta Disfarçada” num pardieiro da Lapa pré hype.
Um moleuqe miolo mole só podia pensar:“Eu quero fumar maconha e deixar o cabelo crescer igual ao daquele cara”.




“Eu vim com a Nação Zumbi / ao seu ouvido falar / quero ver a poeira subir / e muita fumaça no ar / cheguei com meu universo / e aterriso no seu pensamento / trago as luzes dos postes nos olhos / rios e pontes no coração / Pernambuco embaixo dos pés / e minha mente na imensidão.”

“Da Lama ao Caos” é um disco foda, mas “Afrociberdelia” é o meu prefeido.
Ouvir o Chico Science falando os versos acima num show foi um privilégio do qual só me daria conta anos depois, todo pernambucano tem que ter orgulho de ser da mesma terra que esse cara.




Na época desse disco eu estava disposto a largar tudo e viajar para pedir a Laureen Hill em casamento.

Trecho da música "Everything is everything":

I philosophy
Possibly speak tongues
Beat drum, Abyssinian, street Baptist
Rap this in fine linen
From the beginning
My practice extending across the atlas
I begat this
Flippin' in the ghetto on a dirty mattress
You can't match this rapper / actress
More powerful than two Cleopatras
Bomb graffiti on the tomb of Nefertiti
MCs ain't ready to take it to the Serengeti
My rhymes is heavy like the mind of Sister Betty
L. Boogie spars with stars and constellations
Then came down for a little conversation
Adjacent to the king, fear no human being
Roll with cherubims to Nassau Coliseum
Now hear this mixture
Where hip hop meets scripture
Develop a negative into a positive picture





Os Beastie Boys, como todo mundo sabe são três camaradas brancos de origem judaica que já lá no fim dos anos 80 começaram a fazer hip hop e fizeram muito bem, a banda sempre tenta se reinventar e tem muitos discos bons, mas o meu prefeirdo é esse totalmente instrumental, onde pela primeira vez eles mostraram que tinham uma capacidede musical bem mais vasta. Sabe o que eu gosto de fazer ouvindo esse disco?
Correr.
Correr, sentir o vento no rosto e quando as endorfinas começam a dar barato, se junta de forma perfeita com essas músicas, parece não combinar, mas para mim funciona.
No ano passado eles lançaram um outro disco instrumental também muito bom para variar.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Na hora do almoço.


Eu: Só vai comer isso?
Ela: É... Estou tentando parar de comer carne.
Eu: Por que?
Ela: Porque é melhor, menos toxinas no organismo, melhor digestão, e o principal para não comer outros animais.
Eu: Você não acha uma sacanagem com os outros animais.
Ela: Que? Claro que não, você gostaria de ser devorado?
Eu: Não, não gostaria.
Ela triunfante, como quem lançou um argumento irrefutável: Então pronto. Deus não fez a vaca para nos alimentar.
Eu insistente: Mas, o ponto é justamente esse, não foi Deus quem fez a vaca, fomos nós.
Ela confusa: Mesmos que você não acredite em Deus, não dá para dizer que foi o homem quem inventou a vaca.
Eu me empolgando: Não importa se acredito ou não em Deus, O Design pode até ser de Deus, mas quem criou a vaca do jeito que ela é foram os homens.
Quem pegou o sêmen do boi e inseminou a vaca para gerar o bezerro? Foram inúmeras gerações de bovinos se cruzando para gerar raças específicas, seja para dar mais carne ou leite. Nesse aspecto a vaca é uma criação humana.
Ela: Sei... Mas ainda acho uma sacanagem comer a vaca.
Eu: Pois eu não, esse é o único proposito para a vaca existir, por isso a grande sacanagem é não comer a vaca. É só para isso que ela existe. E nesse ponto ela está melhor do que nós, por que se ela tivesse consciência ou se importasse, saberia exatamente qual é o propósito da vida dela. Bem mais do que nós sabemos.
Se todos os seres humanos pararem de comer bovinos, as vacas e bois provavelmente deixarão de existir.
Ela: Mas ainda é mais sudável não comer carne.
Eu: Não dá para viver sem se arriscar.
Nesse hora ela resolveu mudar de assunto, no que fez muito bem.

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Horário de Verão

Fim de um dia de trabalho, trânsito pesado na volta para casa, desanimo total. Derrepente percebe onde está e para o carro na primeira vaga que encontra.
Troca de roupa dentro do carro mesmo, cotovelos no vidro, joelhos batendo no volante, tira uma bermuda do porta luvas e a veste.
Sai para rua de pés descalços, só de bermuda , o peito nu. Corre entre os carros parados no sinal, atravessa a ciclovia sob protestos de um ciclista. Pula para a areia escaldante que queima a sola dos pés. Corre mais rápido, ignorando as pessoas estendidas na areia.
Salta. O corpo flutua no ar e cai de encontro a água furando a primeira onda, algumas braçadas, fura a segunda, nada mais um pouco, atravessa a arrebentação e deixa o corpo boiar, no sobe e desce das ondas. Sentindo cada poro do corpo se refrescar.
Cada braçada, cada mergulho, cada impulso para retornar à tona lhe enchia de prazer.
Nadou de volta, a intimidade que tinha com aquela água, com o mar, era tanta que ao final pegou um jacaré deixando que uma onda o levasse até areia.
Deitou-se fechando os olhos, sentindo as gotas de água sobre seu copro se evaporarem com a brisa do mar e os últimos raios dourados do sol.
Cada um desses raios lhe acariciava o corpo, enquanto a espuma das ondas fazia cócegas em seus pés.
Manteve os olhos fechados, faltavam ainda mais uns trinta ou quarenta minutos antes que as pessoas começassem a aplaudir o por do sol. Ficou pensando que se não fosse a tal lei do bafômetro haveria tempo para uma ou duas cervejas, aí sim seria perfeito.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Pedaço do cotidiano

Ele já estava no segundo chope quando ela chegou.
-Oi. Disse ela e lhe deu um beijo estalado na bochecha.
Ele achou estranho ela parecia fria.
Vou pedir um chope para você.
Não, vou querer só uma água.
Só água?
É... Nós precisamos conversar.
Ah Não! DR aqui no meio do bar é foda.
Ela suspirou desanimada e disse:
Você quem marcou aqui eu falei para irmos para minha casa. Precisamos falar sério.
Garçom, uma água e uma vodca.
Vodca?
É para mim, preciso de algo mais forte, se você quer falar sério, ou vai terminar comigo ou dizer que está grávida. - Ele se calou de súbito ao notar o olhar irado da namorada.
E o que seria pior?
Ele ficou calado um tempo, tomou mais um gole de chope e disse:
Essa é uma daquelas perguntas que qualquer que seja a resposta você vai ficar furiosa comigo?
Ela sorriu desanimada confirmando.
Então vou esperar a vodca chegar.
Foi como se houvessem apertado um gatilho, ela disparou a falar:
Você brinca o tempo todo! Só vive em bares, enchendo a cara... É chope na quarta após o futebol, BG na quinta com os amigos da faculdade, hapy hour na sexta com o pessoal do escritório. Quanto tempo não vamos a um teatro?
Fomos outro dia ver aquela peça. Não lembra? Você me convenceu dizendo que a música era dos beatles e tal. E chegando lá era um monte de viado dançando e cantando.
Isso foi no início do ano seu idiota! Você só pensa em beber, está virando um alcoolatra.
Que isso! Se eu fosse alcoolatra, teria a coragem de ir trabalhar bêbado.
E na semana passada?
Dois chopes na hora do almoço,não deixam ninguém bêbado, e além do mais era sexta-feira.
Isso não vem ao caso, não importa mais, quero terminar essa relação, você não liga para nada e ainda faz piada, não consegue ter uma conversa séria feito adulto. Não temos futuro juntos. - Ela quase foi às lágrimas.
Ele ficou calado, o garçon trouxe o pedido. Ele virou o copo bebendo de um talagada só.
Ela, tremendo levemente, tomou um gole da água. Permaneceram ambos calados.
Pelo menos você não está grávida. Disse ele por fim.
Ela jogou o restava da água na cara dele, se levantou bruscamente e saiu pisando fundo pelo bar.
Enquanto as pessoas próximas o olhavam espantadas, ele pegou alguns guardanapos de papel enxugou o rosto e pediu mais vodca ao garçon.
O fim da noite é bem previsivel, ele bêbado pedindo penico.

Uma das vantagens dos bêbados é que eles não tem dignidade.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Também sei rimar.

Pouco tempo atrás
Num lugar não tão distante
Um moço que vivia em paz
Conheceu uma fada errante

De fada não tinha nada
Muito mais tinha de safada
Com sua magia ela o encantou
Apaixonado e tolo ele ficou.

Mas como era safada
Muito mais do que fada
Com a varinha de condão
Ela espatifou seu coração

Em um domingo de sol
Se mandou para o Galeão
Fugiu com um espanhol
Embarcando no primeiro avião

Na merda ele ficou
Com o coração despedaçado
Nunca mais se apaixonou
À solidão foi condenado.

O tempo vai passando
Ele continua aguardando
Por alguem que quebre o encanto
Do coração petrificado.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Num bar talvez valha a pena vender chopp bem servido, saboroso e gelado a um preço normal. Mas melhor do que isso é vender chopp ruim, mal servido e a um preço exorbitante.
Isso só faz sentido quando existe um marketing por trás.
Contrate belas garçonetes, notinhas no jornal (propaganda sob disfarce de informação), traga meia duzia de “artistas” e atrás vem a "mauriçolagem", a “gente bonita” e os gringos.
Os gringos pensando: "Nossa, na Inglaterra eu pagaria 2 vezes mais nesse pint". Sendo que o euro vale quase 3 vezes mais que o real. E a camaradagem dos mauricinhos pensando... "Nossa eu sou legal, aqui tem muitos artistas."
A “gente bonita” dizendo, Ser caro é bom porque seleciona as pessoas que frequentam.
Como para o bom bebedor até Schin serve, para o mal bebedor Schin num ambiente legal também serve. A diferença é que o nome da marca tem mais "conceito" do que o da pobre cerveja de Itu.

Tenho plena certeza de que eu seria mais feliz se apenas tomasse meu chopp e não ficasse pensando nesse tipo de coisa.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Novo homem



Link para o site do autor na lista aí do lado.

Depois de quase um mês de dias nublados, uma segunda-feira ensolarada é um tremendo desperdício.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008


As vezes penso que lá no fundo de sua personalidade, cada pessoa gostaria de transformar o mundo em lugar onde todos pensem exatamente do mesmo jeito que ela.
É claro que isso é inconsciente, ninguém aceitaria a idéia de viver em um lugar onde todas as pessoas são iguais, ainda mais todas iguais à si mesmo. Mas, no dia-a-dia, todos lutam incessantemente buscando pequenas vitórias que o levem na direção desse mundo utópico e horrível.

Não sei ficou claro o que eu quis dizer.
Meus pensamentos, as vezes são tão estranhos, que ficam além da minha, limitada, capacidade de expressão...

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Day After

A dor de cabeça, eu tinha certeza, era fruto da briga furiosa do monstro da ressaca contra o monstro da memória. Quando a neosaldina intervem os monstros fazem uma trégua, mas outro bicho aproveita a paz para se instalar entre os escombros da batalha.
O bicho gosmento da culpa.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

sexta-feira das lamentações

Numa Sexta-feira não queria nada demais da vida,
Só queria acordar tarde
Ler o jornal e falar mal dos jornalistas sem me comprometer
Queria caçoar a ingenuidade alheia, me sentindo o mais sábio de todos.
Mais tarde ficar bêbado e perturbar alguem com cantadas baratas.
Infelizmente nada disso será possível. Malditas responsabilidades.
Feliz é quem pode ser tolo, leviano e irresponsável o tempo todo.
Aproveitem, porque isso acaba.


***Editado***

Eu me lamentando e o Kelly Slater, aos 36 anos ganhando o 9º título mndial... Esse careca é sinistro! Esse cara tira onda com a molecada.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Várias e variadas

Do Mundo Tosco:
O argentino de 25 anos que se casou com uma mulher de 82 no ano passado admitiu ontem, em um programa de TV, ser homossexual. Reinaldo Waveqche herdou a fortuna e uma pensão de 2,9 mil pesos da mulher, Adelfa, que morreu em outubro do ano passado.
Waveqche, que na época da união garantiu ter se casado por amor, disse no programa Impacto Chiche que nunca demonstrou sua preferência sexual em respeito à Adelfa.
"Descobri minha homossexualidade graças a Cristian, uma pessoas que esteve ao meu lado nos momentos mais difíceis", disse o argentino.
Depois de ficar viúvo, Waveqche alongou os cabelos e fez uma cirurgia para implantar colágeno nos lábios. Ele também voltou atrás em uma afirmação que fez na época do casamento e admitiu sua preferência por homens e não por "mulheres maduras".

Fonte: Terra.

Fonte terra


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Da Tabela do campeonato brasileiro:

Dia 02/11 (Finados) – Vasco X Fluminense – Nada mais apropriado.!

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Da caixa postal:

Papo de Deus com São Pedro, quando criaram o Rio de Janeiro.
- É, o visual ficou bonito!
- Mas, Deus, quem vai viver aí?
- Vamos botar gente trabalhadora, Pedro.
- Boa! Gente que rale!
- Tudo bem, mas cria o happy hour.
- Que tal pôr surfista? Corais...
- Surfistas, aprovado! Mas tira os corais pra não machucar os meninos.
- E a segunda-feira, Deus, mantém?
- Mantém! Mas capricha no domingo. Com futebol, praia e samba!
- Agora o clima.
- Vamos encher isso aí de gelo!
- Tá louco, Pedro? Eu quero sol o ano inteiro,com uma hora a mais no verão! E coloca aí uma observação: pôr-do-sol cinematográfico!
- É, Deus, ficou bom, hein! Merece até uma estátua sua!
- Minha não... Eu não gosto de aparecer. Bota uma do meu garoto.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Noite Linda

Era uma noite mágica,linda. A praia deserta, o céu de veludo preto salpicado por uma infinidade de estrelas e o brilho dourado da fogueira iluminando-os. Não se ouvia nada, apenas o som das ondas e dos insetos e sapos na mata próxima.
“Está ouvindo?” Perguntou ela.
“O que?”
Ela olhou com ternura para o amado. E respondeu:
“O som do mar, dos bichos... A natureza, parece que está chamando a gente”.
“É...” Disse ele se espreguiçando.
Estão se ouviu um som horrível, cortando a harmonia da cena. Seguido de um odor característico.
Dois segundos de silencio.
“Não acredito!”
“O que?”
“Não seja cínico!”
“Do que você está falando?”
“Você peidou!”
“Eu? Claro que não”.
“Eu estou sentindo o cheiro, além de porco é mentiroso”
“Não acredito... Uma noite linda desses, maior clima romântico e você faz um negócio desses” Diz ela com voz de choro.
“Ah amor, foi a natureza. Ela chamou, eu respondi”.

Nessa noite linda ele dormiu do lado de fora da barraca.